A companhia divulgou resultados do 4T21 um pouco acima das nossas expectativas. A base de alunos total cresceu 6,1% frente ao 4T20, principalmente devido ao crescimento no EAD de 12,5%. O presencial teve queda de 4,1%. Já o ticket médio foi o inverso, o presencial subiu 1,2% e o EAD caiu 4,5%. Esses fatores resultaram num aumento de 3,2% na receita líquida. Os custos aumentaram por diversos motivos menores, mas as despesas gerais e administrativas diminuíram, assim como a PCLD. No entanto, o EBITDA ajustado e sua margem caíram 17,8% e 7,4 p.p. respectivamente no comparativo trimestral. Isso também levou a queda no lucro líquido ajustado de 55,3%. A companhia mencionou que a captação do presencial e EAD já superaram as de 2021.1 com 1 mês a menos. Por fim, sua dívida líquida/EBITDA ajustado LTM continua bem baixa, 0,9x, mostrando o potencial de crescimento para 2022. Também continuamos na expectativa das mudanças que advirão da recente chegada de um novo CEO, em agosto de 2021, que não pertence as famílias controladoras da empresa.